Nos últimos anos o mercado moveleiro vem oscilando, com ligeiras altas, intercaladas com pequenas quedas, o que deixa o empresário apreensivo devido ao cenário instável.

Segundo dados divulgados pelo relatório do IEMI – Inteligência de Mercado, a produção de móveis em volumes que caiu para 35 milhões em outubro de 2016, voltou a apresentar uma leve melhora, somando 35,6 milhões de peças no início de janeiro, o que representa uma alta de 2,1%.

Porém esse cenário instável pode mudar devido à intervenção estatal: com a liberação das contas inativas de FGTS. Segundo dados do SPC, o saque desses recursos deve injetar entre 30 bilhões e 35 bilhões de reais na economia do país (0,5% do PIB). E com mais dinheiro no mercado a tendência é que o consumo aumente e puxe a indústria.

Segundo o estudo do SPC, dos 30,2 milhões de trabalhadores que poderão realizar os saques, 80% possuem até 1,5 mil reais nas contas. Com base nisso, estima-se que cerca de 50% do dinheiro sacado pelo trabalhador seja destinado ao pagamento de dívidas, 30% para economizar e o restante para outros gastos.

Confira as tendências para o mercado moveleiro no nosso post “O que vem aí. 3 tendências que veremos no mercado moveleiro em 2017

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, “O acesso ao dinheiro inativo das contas do FGTS é uma medida importante para injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito”.
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Fontes: Emobile, Movergs, IEMI.